Cole o link do canal ou do vídeo
O analisador lê dados públicos — visualizações, curtidas e datas dos seus últimos 15 vídeos — e verifica se os números recentes despencaram em relação à sua própria referência ou apenas variam de um vídeo para outro.
Cole o link do canal e leremos os números públicos dos uploads recentes em busca de padrões de distribuição reduzida. Depois vem o que a maioria dos guias ignora: as restrições do YouTube são visíveis e permitem recurso — anúncios limitados, idade, Modo restrito e critérios de busca. Esta página mostra onde cada uma aparece no Studio e como recorrer.
O analisador lê dados públicos — visualizações, curtidas e datas dos seus últimos 15 vídeos — e verifica se os números recentes despencaram em relação à sua própria referência ou apenas variam de um vídeo para outro.
Calculamos a mediana do canal a partir dos seus uploads. O resultado indica se os vídeos mais recentes ficaram abaixo dela em um padrão compatível com distribuição reduzida, com cada evidência citando seus números.
A resposta definitiva cabe em uma coluna: YouTube Studio → Conteúdo lista o status oficial de cada vídeo — anúncios limitados, idade e reivindicações. Se estiver vazia, a queda é de distribuição, não uma punição.
A posição oficial do YouTube é que shadowbans não existem. Diferentemente de outras plataformas, cada restrição real tem nome, é visível e permite recurso:
A explicação oficial: o vídeo pode exibir anúncios, mas marcas que anunciam apenas em conteúdo mais seguro não dão lances, reduzindo a receita. O status aparece em Restrições, os avisos ficam em Notificações e o botão Recorrer solicita uma revisão humana.
O vídeo fica oculto para usuários sem login, contas de menores de 18 anos e todos que usam o Modo restrito. O alcance cai sem nenhum mistério no contador. A restrição é visível por vídeo e permite recurso.
Escolas, bibliotecas e configurações de controle dos pais veem um YouTube filtrado. Se seu conteúdo for filtrado ali, esse público desaparece sem aviso; você pode testar ativando e desativando o Modo restrito.
Conteúdos que não atendem aos critérios de qualidade ou às políticas aparecem menos. É o que mais se aproxima de um shadowban real e não gera aviso por vídeo; por isso a análise de padrões acima importa.
A causa mais comum não é uma punição. Vídeos antigos não expiram: o YouTube os busca sob demanda quando o interesse volta. Por isso, os totais de um canal vêm dos poucos vídeos que continuam sendo encontrados, não dos picos do primeiro dia. Um upload abaixo do esperado costuma perder a disputa de apresentação — título e miniatura contra seu próprio catálogo —, não receber uma decisão de moderação. Desde 24 de agosto de 2026 há outro motivo: a definição de visualização mudou, e reproduzir o primeiro quadro já conta. Comparar números de antes e depois dessa data engana, a menos que ambos usem visualizações intencionais.
Quando o Studio não mostra nada, a disputa é entre o título e a miniatura e seu próprio catálogo. O Radar de tendências do Kabo é uma prévia, ainda não um acompanhamento semanal ao vivo: mostra o fluxo planejado para encontrar o que atrai atenção no seu nicho.
O YouTube diz que shadowbans não existem e, ao contrário de outras plataformas, mostra suas restrições: confira Studio → Conteúdo → Restrições. Ícone amarelo, restrição de idade ou reivindicações indicam uma medida visível com caminho para recurso. Queda sem nada nessa coluna significa distribuição; rode o analisador para comparar o padrão com sua referência.
Abra o painel de monetização do vídeo e use o botão Recorrer. O YouTube informa que isso inicia uma revisão humana. Avisos sobre vídeos restritos aparecem na coluna Notificações da página Conteúdo.
Cada vídeo é avaliado individualmente. A maioria dos canais não mantém o impulso entre uploads; um Short viral seguido de outro quase sem visualizações é distribuição normal, não castigo. Uma queda brusca em vários uploads recentes em relação à sua referência merece investigação: é esse padrão que o analisador mede.
Nenhuma ferramenta externa consegue. Ela lê números públicos e sinaliza padrões compatíveis com distribuição reduzida; a coluna Restrições do Studio é o veredito real. A divisão honesta é esta: lemos padrões, e o YouTube mostra suas marcações.